quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O HOMEM DO TREM

E volto a falar de um dos assuntos que mais gosto: os trens! Quando estamos prestes a elogiar o Metrô e a CPTM, retorna a rotina das “falhas técnicas”, e dos “trens obedecendo maior intervalo e maior tempo de parada, nas estações”. Então? Vamos comentar os prós e os contra, do nosso sistema de transporte sobre trilhos?

O TREM AMARELO

E finalmente inauguraram a Linha Amarela do Metrô, a Linha de Pinheiros. Tecnologia de ponta, coisa de luxo, de 1º Mundo! O início da 1ª quinzena de operações foi um desastre! Estão lembrados? Teve até um jornalão que estampou manchete: “Até quando a Linha Amarela ficará em testes?”. Era uma falha após a outra! Depois de uns três meses de operação, melhorou um pouco, Já é alguma coisa!

MANUTENÇÃO DA CPTM

E a horrorosa manutenção das linhas da CPTM, aos domingos? Que absurdo! Tem vez que o intervalo entre trens, no Expresso Leste, aos domingos, chega a 30 minutos! Até parece que é só meia dúzia que utilizam os trens! E disseram que a CPTM ia ficar com “qualidade de Metrô”. Estão lembrados? Já que é assim, porque não fazem, na CPTM, uma manutenção semelhante ao Metrô? Cadê Você, Governador? E Você, Secretário Jurandir? Foi dormir?

METRÔ VILA MATILDE: PORTAS DA PLATAFORMA!

E durante meses, os usuários da Linha Vermelha (Itaquera até Barra-Funda), sofreram com as baldeações no trecho entre a Penha e a Guilhermina-Esperança. Lembram-se? Tudo porque “os bonecos” construíam a tal “porta da plataforma”, para dar “maior segurança ao usuário”. Alguém já viu estas portas funcionarem?

LERDEZA NA ESTAÇÃO DE FERRAZ

Precisou o Prefeito de Ferraz, Dr. Jorge, ir falar “com os homi” da CPTM, pra ver se eles agilizam a construção da nova estação de Ferraz! Tenho jornal guardado, de 2010, época da eleição, onde prometiam “entregar a nova estação no final de 2011”. Agora já mudaram o prazo para 2012. Fizeram uma estação provisória, em Ferraz, quase em cima do rio! O cheiro de esgoto “é uma beleza!”. As escadas: “que beleza!” (tiveram que refazer!”. E o ritmo da construção: que lerdeza!

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