domingo, 30 de outubro de 2011

A SAÚDE NO BREJO

Por diversas vezes, nós, colunistas deste jornal, chamamos atenção das autoridades para o problema da saúde pública. Ocorre de tudo: sucateamento de hospitais públicos, falta de médicos na rede básica (postos de saúde), falta de medicamentos, demora no agendamento de especialidades e exames, erros médicos e de outros profissionais da saúde, etc, etc, etc. Todo mundo está careca de saber os tais problemas! Considerando que não podemos ficar a mercê de tanta omissão, resolvi chamar a atenção daqueles indivíduos mais conscientes, leitores deste jornal, para fazermos uma corrente, revelando aos outros, os ensinamentos do Naturalismo.

A MEDICINA NATURAL

Consultemos na internet, respostas para nossos problemas. Esta é a idéia mais simples. Em seguida, colocar em prática certos ensinamentos. Combater os efeitos nocivos de uma vida artificial, gerada nos centros urbanos é o maior desafio. O problema nº 1 é a alimentação totalmente equivocada de 99,9% da população! Diariamente ingerimos o “doce veneno”: açúcar, café e pão! Depois, um montão de guloseimas, frituras, salgados, fome compulsiva, refrigerantes, etc, etc. Olha que “maravilha”! Contra os péssimos hábitos alimentares, a medicina natural preconiza uma dieta na base de frutas e verduras. Mas, quem está a fim de seguir tais conselhos?

OBESOS, DIABÉTICOS, CANCEROSOS

Evitando o açúcar refinado - o maior vilão, já é meio caminho andado! Em vários livros encontrei esta afirmação. Quando estamos “gordinh@s”, a resposta vem logo: “É preciso fazer dieta!”; “É preciso fazer academia!”. Para os que têm obesidade mórbida, uns recomendam consulta com nutricionista, endócrino ou até cirurgia bariátrica (uma cirurgia perigosa: muitos já morreram com seus efeitos colaterais). Mas, quem está disposto a abrir mão dos “doces venenos”?

FUNDAMENTOS DA MEDICINA NATURAL

Recomendo o livro “Iniciação ao Naturalismo”, de Vilberto A. Felipe, da Ed. Ground, São Paulo, para os que quiserem conhecer os “fundamentos, princípios e práticas da Medicina Natural, para a recuperação e conservação da saúde”. Veremos que a Medicina Natural é dialética. Empírica e experimental. Não opera milagres. Tem caráter preventivo com uma ação lenta, profunda e duradoura. Seus medicamentos e métodos estimulam a desintoxicação orgânica, sem efeitos colaterais. A Medicina Alopática (essa do SUS e dos Convênios) é caríssima, demorada e nem sempre resolve de imediato. Muitas vezes tem só ação temporária e paliativa. Os remédios produzem efeitos colaterais indesejáveis. Não é a toa que nossa saúde está no brejo! Até a próxima!

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