Considerando que os leitores aprovaram minhas “histórias” sobre trens, vamos continuar “detonando” a CPTM, enquanto os “dirigentes de plantão” não tomam as devidas providências.
Já denunciamos o sofrimento do povo, viajando como “sardinhas enlatadas” nos vagões do Metrô e da “Nova CPTM”; e o “cabo-de-guerra” diário, ou seja, a “guerrilha” do entra-e-sai do trem: alguns querem sair do trem, e dezenas querem entrar, tudo ao mesmo tempo.
Sugerimos isolar o 1º vagão, exclusivamente para os idosos, e indicamos para os “dirigentes” de plantão, da “nova CPTM”, um curso no centro operacional do Metrô, talvez lá, eles aprendam a INTERCALAR TRENS, diminuindo o intervalo entre as composições.
A Realidade
Mas, já sabemos que isto é difícil para eles. Dizem eles que “não tem verba”, que “precisa de sistema de controle”, blá-blá-blá...
Portanto, a “NOVA CPTM” continuará sendo o “PRIMO POBRE”, e o Metrô o “PRIMO RICO”. Lembram-se deles? O Primo Rico esnoba sempre o primo pobre! BILHÕES vão para o Metrô, e migalhas para a CPTM.
Para não dizerem que nada fizeram, reformaram algumas “tranqueiras”. N-Ô-Ô-S-S-A! Tudo bonitinho, pintado de vermelho, mas, será que colocaram pelo menos MOTOR NOVO?
Outro dia, no final de maio, uma dessas tranqueiras estava quebrada na estação de Guaianases, às 17h15min., em pleno horário de pico! E cadê a locomotiva para rebocar a tranqueira?
E o locutor, desesperado, informava aos usuários: “Por problemas técnicos, os trens estão circulando com maior intervalo, e maior tempo de parada nas estações!”.
Diariamente escutamos falar nos tais “problemas técnicos”. É, Digníssimo! Realmente é difícil. Tá ruim, heim?
Isolar o vagão dos Idosos
Ta na cara que só duas portas, no primeiro vagão é insuficiente, para uma multidão de idosos, deficientes, gestantes, mulheres e seus acompanhantes!
Outro dia fiquei apavorado: Um “tio” com uma sonda no nariz ia participar do “cabo-de-guerra” já mencionado! Ou seja, diariamente temos a competição entre idosos, gestantes, deficientes, na busca desenfreada por um lugarzinho.
E sendo assim, continuaremos sendo detonados e massacrados no transporte ferroviário de cada dia.
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